segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Pensamento da Semana: Assim é complicado…

A imagem que vemos em cima é do fora de jogo que precedeu o golo do SL Benfica. Golo este que acabou por ser suficiente para que os Encarnados tivessem levado de vencida o Gil Vicente. Mais um erro da equipa de arbitragem que beneficia o líder da Liga Portuguesa. 
 
E digo mais um porque, segundo quem está atento a estas coisas (o que não é nem nunca será o meu caso), já não é a primeira vez que a equipa de Jorge Jesus tem direito a um benefício quando a coisa não lhe está a correr de feição.
 
E não me venham com a retórica de que o Benfica jogou para ganhar porque ante o Gil de Mota o Benfica não jogou absolutamente nada! Ou melhor, começou a jogar após ter marcado o golo.
 
Realmente assim é complicado. É que para além disto o Futebol Clube do Porto tem de lidar com a palermice do seu Treinador que durante Jornadas a fio insistiu na posse pela posse e na rotação sem fim…

sábado, 20 de dezembro de 2014

Honra só mesmo no final

Antes do Natal, o FC Porto voltou às vitórias de forma perfeitamente tranquila e justa, perante um Vitória de Setúbal incapaz de contrariar a maior qualidade do adversário, que teve 30 minutos menos conseguidos no arranque do segundo tempo, mas que despertou a tempo de chegar à goleada.
O arranque de jogo confirmava aquilo que era mais do que expectável: FC Porto em posse, Vitória na contenção. Os homens de Domingos nem optaram por um bloco baixo, mas sim por um médio, que caía em cima dos Dragões quando a bola entrava nas segundas linhas. Só que tal não foi suficiente para suster uma equipa que até costuma ter dificuldades na primeira parte para chegar ao intervalo a vencer.
 
A diferença? Coincidência ou não, a presença de Campaña dava mais qualidade ao miolo com bola. Ainda que não com a agressividade de Casemiro (nem o ritmo competitivo), o Espanhol justificou a aposta perante um adversário que, diga-se, valia pelo voluntarismo, ainda que tal resultasse muitas vezes em corridas inconsequentes.
Os golos foram, pois, uma questão de tempo. Primeiro foi Quaresma, ele que foi igual a si próprio, fantasista e empenhado em agarrar a oportunidade, agora que Brahimi está uns furos abaixo e que se prepara para ir para a CAN.
Depois, o inevitável Jackson Martínez dava a tranquilidade necessária para que o FC Porto passasse a ter largura e espaço no seu futebol, que se tornou amplo e dinâmico, variando entre o passe curto e o longo, entre o ataque continuado e a transição em velocidade.
Não deu para ampliar, mas deu para controlar uma vantagem que a equipa de Domingos Paciência nem sequer ousava colocar em causa.
Não ousava na primeira parte, mas tentou-o na segunda. Com as linhas mais subidas e uma pressão alta, tentou assustar um FC Porto enganador: entrou a todo o gás por Óliver Torres, mas foi fugaz e adormeceu no frio da noite. Dava azo à reacção Vitoriana, que, ainda assim, não passava de mera tentativa.
Os Sadinos cresciam no campo e ameaçavam o último terço, mas só lá chegavam através de bolas paradas que, lá no fundo, não foram nada bem aproveitadas. É justo dizer que a defesa Portista foi sempre sólida e sóbria e que Fabiano, por arrasto, foi quase espectador contra uma equipa sem uma única oportunidade clara de golo.somado e uma segunda parte chata, aborrecida e na qual, com o clima que estava, apenas pedia uma lareira para que os 20 mil nas bancadas se instalassem melhor, tal a quase inércia futebolística.
Já poucos o previam, mas o FC Porto haveria de voltar a galvanizar-se o suficiente para ampliar o marcador, o que foi conseguido nos últimos 15 minutos, altura em que Lopetegui mexeu na equipa. Do banco, vieram os agitadores Quintero e Brahimi. Dois 'afectados' com o banco, que demonstraram a Lopetegui que querem voltar às contas iniciais. 

Retirado de zerozero 

Melhor em Campo: Brahimi

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Em busca da honra

A Vida não para e não dá tempo para mágoas ou choros intermináveis. Como tal torna-se obrigatório reagir às adversidades por muito que estas tenham doido e deixado marcas. É assim que Julen Lopetegui deve encarar esta partida ante o Vitória FC, colocando desta forma de lado o respeitoso e já rotineiro reportório da dificuldade. Os Sadinos são uma equipa que tem de ser derrotada dê por onde der e ponto final.
 
Contudo isto não é sinónimo de que a equipa Azul e Branca entre em campo numa de atacar cegamente. Pelo contrário, deve faze-lo com cabeça, tronco e membros que é coisa que não fez em certos jogos anteriores e que lhe custou caro na derrota caseira com o SL Benfica.
 
Para além disto os Setubalenses são orientados por alguém que conhece muito bem a valia do Dragão e como este costuma, ou costumava, reagir às adversidades. Domingos Paciência é um dos símbolos do FC Porto e sabe bem o quão pressionados os Portista estão para ganhar. Não que tenha equipa para fazer uma surpresa em pleno Estádio do Dragão uma vez que o actual Vitória de Setúbal é um deserto em termos de qualidade futebolística, mas de certeza que o Paciência vai encontrar algo para enervar o mais possível a equipa de Lopetegui para poder sair da Invicta com um empate.
 
Como tal impõe-se desde já que o Basco não volte a rodar a equipa. Que dê mais criatividade ao meio campo para que este force os rasgos pelo meio da defesa Vitoriana e, mais importante que tudo, que deixe Marcano a aquecer o banco de suplentes. Se Lopetegui seguir estes conselhos então já é meio caminho andado para que os três pontos fiquem no Porto e se aguarde por uma escorregadela do Benfica que estará fragilizado psicologicamente após a sua recente eliminação da Taça de Portugal.
 
A chamada do médio Espanhol Campaña é a novidade dos convocados do FC Porto para o encontro frente ao Vitória de Setúbal, da 14.ª jornada da Liga Portuguesa, que se vai disputar no Estádio do Dragão, hoje, às 20h30. Das opções de Lopetegui saem o defesa Marcano e o avançado Ricardo, ambos por opção técnica, e o médio Casemiro, a cumprir um jogo de suspensão. 
 
Lista de 18 convocados: Fabiano e Andrés Fernández (g.r.); Danilo, Martins Indi, Maicon, Quaresma, Brahimi, Jackson Martínez, Quintero, Tello, Diego Reyes, Evandro, Herrera, Adrián López, Campaña, Alex Sandro, Óliver Torres e Aboubakar.
 
Onze provável (4x3x3): Fabiano, Danilo, Maicon, Martins Indi, Alex Sandro, Evandro, Óliver Tores, Quintero, Tello, Brahimi e Jackson.
 
Vamos tentar disponibilizar alguns streams para que possam seguir esta partida em directo. Passem pelo Blog perto da hora do jogo.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Os Aldrabões do Costume

Não tem emenda. De cada vez que jogam há sempre um lance duvidoso que os beneficia, seja por erros de arbitragem inusitados, seja porque os “juízes” parece que tem medo deles.
 
O exemplo de hoje refere-se à irregularidade no 1º golo de Lima que empurrou a bola com o braço. Já no lançamento da linha lateral que deu início à jogada existem 2 erros a que o fiscal de linha fez vista grossa. Maxi ganha balanço, coloca o pé esquerdo em cima da linha e o esquerdo uns bons 30 cms à retaguarda. Naturalmente quando impulsiona a bola, ambos os pés ajudam como se de uma catapulta se tratasse. Depois a bola descreve um arco, bate no chão à frente de Lima, começa a subir, e o jogador prepara-se para a cabecear.
A bola não chega até à cabeça de Lima. Veja-se a legenda em rodapé que corre da direita para a esquerda. Há um intervalo entre os dois fotogramas de 1/24 de segundo.
 
Escusado será dizer que na SIC no programa benfiquista DIA SEGUINTE as imagens vistas deste ângulo foram sonegadas e só mostraram planos gerais, filmados da linha lateral ou desde o meio campo, sempre de frente para a baliza.
 
Enquanto o nosso “representante” vai gaguejando algumas explicações, o palavroso advogado dos Calimeros está como peixe na água. Na maior parte das questões quando não sabe o que dizer, o que acontece quase sempre, afirma “que vai procurar inteirar-se”…
Relembre-se a propósito que este cavalheiro é o defensor de Paulo Pereira Cristóvão funcionário dos Calimeros, acusado de 7 crimes, entre os quais o mandar depositar dinheiro na conta de um árbitro, caso que anda pelas gavetas dos tribunais cíveis, já que os desportivos o mandaram para trás das costas.
 
Entretanto e nesse mesmo programa o representante benfiquista permite-se criticar a gestão do nosso clube na contratação de treinador e jogadores, esquecendo-se dos mais de 100 jogadores que tem enlatados nas prateleiras.
A aldrabice mais recente é a negociata com os jogadores dos quais o Benfica possui os direitos económicos Miguel Rosa e Deyverson que foram (entre outros) emprestado ao Belenenses. O mais grave disto tudo é que o aldrabão do Dia Seguinte pensa que somos todos parvos e já nos esquecemos dos jogadores contratados no próprio dia em que jogavam contra a “instituição” (caso Jardel), o penalty falhado de Maniche contra o Boavista, as trocas do Estádio do Estoril para jogarem no Algarve; a circunstância de José Veiga ser simultaneamente dirigente do Estoril e do Benfica; a armadilha com Hulk e Sapunaru no túnel, etc. etc. etc.
 
Aguardemos a arbitragem do Benfiquista Artur Soares Dias no jogo da Taça com o Braga. O lacaio do clube da treta, Vítor Pereira, continua a gozar connosco e não há ninguém que o tire de lá para fora. É tão bom não ter que dar satisfações a ninguém, não é?
 
Até à próxima aldrabice.

O Cantinho das Modalidades (Edição especial)

A pedido de José Lima divulgo esta excelente notícia das Modalidades Azuis e Brancas.

Famalicão e FC Porto batem recordes no Zonal de Juvenis

Famalicão e FC Porto estabeleceram novos recordes nacionais no Torneio Zonal de Juvenis (Norte) que se realizou entre sexta-feira e domingo na Piscina Municipal de Estarreja. O anterior record da prova de Juvenis A 4x200m referida já tinha 12 anos e estava na posse do SCP.

O quarteto do Famalicão, João Tinoco, Miguel Santos, Hugo Morais e José Pedro Freitas, fixou três novos máximos nacionais de juvenis B nos 4x100 estilos (4.04,46), 4x100 livres (3.42,92) e 4x200 livres (8.07,64).

O FC Porto, por intermédio de Maria Francisca Cabral, Iris Santos, Ana Ramos e Ana Faria, bateu o recorde nacional de juvenis A dos 4x200 livres (8.51,54), enquanto o máximo nacional de 4x100 livres (4.05,16) foi estabelecido por Maria Francisca Cabral, Marta Canedo, Sara Ramos e Ana Faria.

No medalheiro, o FC Porto foi mais forte em juvenis A com 12 de ouro, 7 de prata e 1 de bronze, enquanto o Famalicão foi primeiro em juvenis B com 10 de ouro, 2 de prata e 3 de bronze.